Vampirismo e os vícios de sempre!

A vida no plano espiritual ainda é cheia de segredos para muitos espíritas. Tantos desconhecem os efeitos que os vícios adquiridos e cultivados enquanto encarnados podem causar antes, durante e após o momento de desencarne. Este texto vem falar sobre o vampirismo e sobre como ele deve ser conhecido para ser combatido!

De acordo com alguns autores, estudiosos da mediunidade, o termo vampirismo relaciona-se a Espíritos (encarnados ou não) mais ligados a paixões inferiores (como os vícios), que se aproximam dos encarnados e conseguem “sugar” destes a substância vital que lhes pertence.




O vampirismo, também conhecido como parasitismo espiritual, trata-se de um grave processo de obsessão, que pode causar diversos danos no ser obsidiado. Sentimentos como vingança ou ódio, ou até mesmo a vontade de sentir novamente as sensações materiais podem vincular espíritos que vibram em faixas idênticas. Obsessor e obsidiado tornam-se parceiros destas paixões (causas ligadas às desordens emocionais, excessos alcoólicos, fumo, desvios sexuais, entre outros)!

O que percebemos, portanto, é que os vícios que alimentamos enquanto estivermos na matéria podem atrair seres simpáticos às sensações que buscamos. E esta “amizade” não desejada pode se prolongar por um tempo maior do que muitas vezes imaginamos.
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As obras de André Luiz trazem variados casos que mostram a importância das escolhas que fazemos e de suas consequências. Em relação ao álcool, André nos fala de um homem que frequentava uma reunião mediúnica e que estava com grande dificuldade de concentração, pois era visível para os seres desencarnados o quanto seus órgãos estavam invadidos pela bebida alcoólica ingerida previamente.

A destruição das células causadas pelos excessos que cometemos é de fácil visualização em exames convencionais obtidos na esfera terrestre. Mas a destruição espiritual causada não é tão simples de ser vista e muito menos de ser compreendida.

O nosso pensamento tem uma força que desconhecemos em sua totalidade! Assim como pode auxiliar na melhoria e superação destes transtornos, também pode levar ao desenvolvimento desta relação deletéria. Devemos ter muito cuidado com as ideias fixas, com o monoideísmo (fixação em um pensamento único), pois a reação é sentida no perispírito!

É momento, portanto, de entender e responder uma simples pergunta: será que estou sendo um vampiro ou será que estou dando condições para ser vampirizado?
A expressão “Orai e vigiai” é de grande importância para esta caminhada que escolhemos trilhar neste planeta! O autoconhecimento ajuda-nos a diagnosticar os pontos que precisamos melhorar e a fé na justiça divina é onde devemos construir a paz, com o serviço no bem e a prática do amor ao próximo!
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Para finalizar, lembremos da passagem contida na Gênese, onde Kardec nos lembra que “os espíritos inferiores não podem suportar o brilho e a impressão dos fluidos mais etéreos. Não morreriam, porque Espírito não morre, mas uma força instintiva os manteriam afastados dali como a criatura terrena se afasta de um fogo muito ardente…”

Tarefa de casa: Para auxiliar no alcance de dias melhores, fizemos na ficha anexa uma tabela para ser preenchida com muita sabedoria. Pois ela será um guia para o que precisamos melhorar em nós mesmos! Você topa fazer esta tarefa diária e nos dizer como se saiu?

Referências:
Livro – A Gênese – Allan Kardec
Livro – Estudando a Mediunidade – Martins Peralva
Livro – Obsessão / Desobsessão – Suely Caldas Chubert
Site – http://www.mundoespirita.net/vampirismo.html

Tabela – Plano de melhoria moral
(Disponível em: http://www.febnet.org.br/blog/geral/estudos/material-de-estudo/)

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(Para você reproduzir ou imprimir e colocar em sua mesa ou agenda – Para preenchimento e lembrança constante no caminho para a reforma íntima)





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