O som do azul



Quem já viu o filme Avatar vai entender – à nossa maneira – como podem ser as cores do som. Heim? Como assim? Você deve estar se perguntando que história é essa, mas já vamos te contar. Trouxemos as explicações de Léon Denis sobre a visão da música no plano espiritual. Já ouviu falar? Se não, fique ligado. Se sim, fique ligado também!


Visão? Não seria audição? Não, não… Pelo contrário. Para começar vamos entender que o que chamamos de sonoridade é para espiritualidade, comparável à tonalidade. Ou seja, visto em cores mesmo! Essas tonalidades são transportadas sobre moléculas fluídicas, percorre os campos vibratórios e vai comunicar aos seres impressões, comparáveis às que seus ouvidos percebem quando ouvem uma gama de sons harmonizados, sacou?


Olha que interessante. Essas radiações que tocam o períspirito são coloridas de tons incrivelmente variados. Cada cor possui uma propriedade particular, que pode trazer uma sensação de bem-estar, de satisfação, que difere de acordo com a pureza, a homogeneidade de cada tom. Ah, e tem mais! Quanto mais evoluído é o espírito desencarnado, mais percepções ele tem de ondas sonoras diversas, assim como as cores que são ligadas a elas. Bacana né?!
Agora é que entra o filme Avatar. Vamos comparar essas camadas fluídicas aos ‘feixes luminosos’ que caem daquela árvore linda e brilhante chamada de Árvore das Almas. Para os habitantes de Pandora aqueles ‘feixes’ são os espíritos dos antepassados, lembram?! Mas, acredito que deve ser bem parecido (fazendo uma comparação bem materializada, heim gente…) com esses tais fluídos. Não acham? Ah, não se lembram? Dá uma olhada aí nessa foto do filme…


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A gente não faz ideia porque está encarnado, mas no espaço sentimos a harmonia dos fluidos e não propriamente os sons, e a propriedade essencial deles é mesmo a cor. E cada nota possui uma. Quer ver?

Pra nós a nota DÓ produz um som grave, pleno. Segundo Léon Denis um som que descreve bem o amor que devemos sentir por Deus. Esse dó simboliza o azul celeste, a quietude, a paz da alma que surge através da prece. O dó é a primeira nota do acorde perfeito que deriva do azul. (Uau!)


Bom, já o MI representa a força no amor, o desejo de amar, e pode ser representado por uma emanação da luz solar, assim como a cor do ouro. E o SOL, terceira nota harmônica, representa a consolidação das duas notas precedentes, isto é, uma ligação que pontua as duas ideias emitidas. Podemos entender como um fluido brilhante que pode aproximar-se do cinza azulado ou do cinza prateado.


Vamos ver o que o que cada cor representa nessas ondas musicais?


1. Azul – representa os mais elevados sentimentos do ponto de vista afetivo: uma onda azul lhes dará vibrações que serão para o ser como um banho de amor
2. Vermelho – nas mesmas condições representará a paixão
3. Amarelo – será intermediário entre o azul e o vermelho
4. Rosa – uma mistura de amarelo e de vermelho lhes dará um amor menos intenso, porém mais firme


Desta forma pode-se, com as cores fundamentais, formar uma gama de tonalidades que dão por correspondência vibrações de todos os sentimentos humanos e sobre-humanos. Daí entendemos que a música celeste não é produzida por atritos de arcos sobre cordas: tudo é fluídico, tudo é espiritual, tudo é inspirado pelo pensamento de Deus. Ah, e tudo bem colorido, né?!


OBRA DAQUI, CÓPIA DE LÁ…

André Luiz nos conta um caso interessante sobre a arte no plano espiritual que achamos bacana contar pra você. André, Aniceto e Vicente saem de Nosso Lar e chegam a um posto de socorro próximo a crosta terrestre. A sede do tal posto de socorro havia sido construída à maneira de um formoso castelo Europeu dos tempos feudais. Imagina só?! As escadas de substância idêntica ao mármore impressionavam por sua beleza. Uma varanda extensa e enfeitada de hera florida, diferente da conhecida na Terra, dava acesso a um vasto salão mobiliado ao gosto antigo. Nas paredes, quadros maravilhosos.


André olha à sua volta vê um quadro que lhe parecera familiar, a representação de “O Martírio de São Denis”. Questionou se não se tratava de um famoso trabalho de Bonnat, célebre pintor francês dos últimos tempos. E recordava que o ‘original’ daquele quadro, segundo sabia, encontrava-se no Panteão de Paris. Mas, não é que, a cópia do Posto de Socorro era muito mais bonita!


Ouvindo seus questionamentos o anfitrião respondeu: nem todos os quadros, como nem todas as grandes composições artísticas, são originariamente da Terra. É certo que devemos muitas criações sublimes ao cérebro humano, mas neste caso, o assunto é mais transcendente. Temos aqui a história real dessa tela magnífica. Foi idealizada e executada por nobre artista cristão, numa cidade espiritual muito ligada à França, em fins do século passado. Embora estivesse retido no círculo carnal, o grande pintor da cidade de Bayonne visitou essa colônia em noite de excelsa inspiração, que ele, humanamente, poderia classificar de maravilhoso sonho. Desde o minuto em que viu a tela, Florentino Bonnat não descansou enquanto não a reproduziu, palidamente, em desenho que ficou célebre no mundo inteiro.


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E você? Conhece alguma história de arte no plano espiritual? Conte pra gente!

Poste sua dica aqui, diga em qual livro você leu e concorra a um exemplar de uma obra fantástica de Léon Denis.


Vai… comentaê!


Referências

O Espiritismo na Arte – Léon Denis
Os Mensageiros – André Luiz – Psicografia de Chico Xavier



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