As famílias da codificação

Gente boa,

Bem-vindo oficialmente à terceira temporada do blog Geraê!

Como destacamos em nosso post de apresentação do tema, vamos investir durante os próximos meses em um bate papo informal sobre FAMÍLIA e contamos muito com a sua participação.

Você sabe que muito se fala sobre esse assunto no Espiritismo, que é mesmo um tema central em quase todo grupo de estudo. Mas, você já parou para pensar o quanto algumas famílias foram importantes para a própria codificação da Doutrina Espírita?

Sim, isso mesmo!

Algumas famílias foram fundamentais, para que se gerasse curiosidade sobre temas da espiritualidade. Outras foram importantes para a construção das bases estruturais da doutrina. Outras ainda foram responsáveis pela divulgação dos princípios que nos unem e que chegaram até nós ao longo dos últimos 160 anos.

Você saberia dizer que famílias foram essas?

Para ajudar você a ter uma visão clara sobre o quanto algumas famílias estão na raiz da nossa história, elegemos um TOP FIVE delas, mostrando a contribuição que deram e porque estão associadas aos Espiritismo.

Preparado?

Então vamos abrir juntos o álbum da Grande Família da Codificação…

 

1. Família do Barulho

Não há como pensar na história do Espiritismo e não lembrar da família Fox. As irmãs Katie, Maggie e Leah são lendárias e imagens delas estão presente até em atrações fantasmagóricas de parques de diversões espalhados pelo mundo, acredita?

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Pra começo de conversa, a família não era espírita, até porque o Espiritismo não existia ainda em 1848, quando os fenômenos de Hydesville ocorreram nos Estados Unidos. Mas que essa família ajudou a chamar a atenção do mundo para as questões espirituais, sendo considerada precursora da Doutrina Espírita, isso não podemos negar!

A história básica todo mundo conhece: no casebre pobre da família, barulhos inexplicáveis assustaram e atraíram a curiosidade de toda a vizinhança. Com a persistência do fenômeno, criou-se uma espécie de código de comunicação baseado em um número determinado de pancadas associadas a letras do alfabeto. No final das contas, descobriu-se que quem estava por trás do fato era o caixeiro viajante Charles Rosma, que havia sido assassinado e enterrado naquela mesma casa por antigos moradores alguns anos antes.

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Essa história assombrou o mundo, e as meninas ganharam fama e dinheiro. Leah, a irmã mais velha que não morava em Hydesville por ocasião dos fenômenos, juntou-se a Kate e Maggie em uma turnê. Apresentações concorridas foram realizadas em diversos teatros do país. Milhares de pessoas testemunharam os feitos sobrenaturais produzidos por elas, e diversos cientistas se dedicaram a examiná-las a fim de desmascarar uma possível fraude. Não conseguiram.

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Essa história ganhou um estilo de “Casos de Família”, quando as irmãs se desentenderam, no final da década de 1880. Primeiro, Leah denunciou Kate por alcoolismo e fez com que a irmã mais nova perdesse a guarda dos filhos. Em retaliação, Kate e Maggie deram uma entrevista bombástica, assumindo que todos os fenômenos eram fraude e que as três tinham mentido sobre tudo que dizia respeito à espiritualidade. Mais de um ano depois, no entanto, as duas assumiram que fizeram isso para prejudicar Leah e, também, porque receberam muito dinheiro de um jornalista dedicado a desmarcar o Espiritismo.

 

2. Família Love Story

Ah, gente, em nossa modesta opinião, essa é a família mais fofa do nosso álbum! Como não se encantar com o carinho, o cuidado e a cumplicidade estabelecida entre nossos caros Hyppolite e Amélie? Se você ainda não ligou o nome às pessoas, estamos falando do casal Kardec.

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Os dois se (re)encontraram pelos corredores de instituições escolares onde trabalhavam e a ligação entre eles foi imediata. Ela, sempre sorridente e jovial. Ele sério, concentrado, quase sisudo. A paixão pela educação foi o que mais os uniu. Passaram a cultivar juntos o sonho de construírem uma escola baseada nos princípios em que acreditavam. Hyppolite chamava-a de Gabi, um apelido carinhoso inspirado no segundo nome dela (Amélie-Gabrielle).

Ela tinha 37 anos, quando se conheceram, ele, 28. A diferença de idade nunca foi problema, e dizia-se que o entusiasmo dela fazia com que parecesse ser mais jovem que ele. Casaram-se em uma cerimônia civil no dia 06 de fevereiro de 1832.

Para os parâmetros da época, a idade “avançada” de Amélie não os fazia pensar em ter filhos. Mas os dois se responsabilizaram pela educação de centenas de crianças e jovens franceses, em instituições públicas e privadas. Chegaram a dispor da própria casa para o desenvolvimento de cursos gratuitos de química, astronomia e anatomia comparada a alunos pobres que moravam pela vizinhança.

Amélie foi o braço direito de Rivail, quando ele se interessou pelos fenômenos espirituais e começou a pesquisar o assunto. Ela esteve com ele em sessões mediúnicas, foi responsável por organizar os seus escritos e ele nunca tomava qualquer tipo de decisão sobre qualquer assunto, sem antes ouvir a opinião dela. Se chamavam Kardec de “bom senso encarnado”, o que poderíamos dizer da sua querida “Gabi”?

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Imaginem quantos desafios enfrentaram juntos! Calúnias, difamações, perseguições, inúmeros problemas financeiros e dificuldades das mais diversas ordens. Mas com fé, coragem, resignação e contando SEMPRE com a ajuda um do outro, foram aprovados em todos os testes da vida. E com louvor!

Os dois viveram juntos nessa existência por 37 anos (bodas de aventurina, uma espécie de cristal) e, mesmo depois da morte do marido, Amélie honrou sua memória mantendo-se destemida na defesa da Doutrina Espírita e de todos os princípios que construíram juntos.

 

3. Família Amizade Eterna

Certo dia, visitando o velho amigo Alexandre Delanne, o codificador Allan Kardec tomou o pequeno François-Marie-Gabriel Delanne nos braços e comentou com o pai do garoto: “Esse menino será uma personalidade de destaque no Espiritismo”. Kardec não poderia estar mais certo!

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Na edição da Revista Espírita de Outubro de 1865, Kardec escreveu uma página sobre Gabriel Delanne, então com apenas oito anos. No texto, destaca que o menino tinha muita familiaridade com os fenômenos espíritas, especialmente por testemunhar pessoalmente as reuniões promovidas, com seriedade e comprometimento, por seus pais. O pai dirigia as reuniões, enquanto a mãe atuava como médium escrevente mecânica.

A convivência entre Gabriel e Kardec foi curta, porém intensa. O codificador desencarnou quando o menino tinha 12 anos. Mas os dois foram grandes amigos, apesar da diferença de idade. Kardec não cansava de elogiar a inteligência do garoto, vez ou outra, levava-lhe um brinquedo de presente. Também não se importava quando Gabriel subia em suas pernas para brincar.

Alexandre Delanne tornou-se espírita, após ouvir, com zombaria durante uma viagem, relatos de manifestações espirituais. Retornando à Paris, comentou com a esposa sobre o fato e, alguns dias depois, conheceu Allan Kardec. Impressionou-se com a inteligência do codificador e logo converteu-se ao Espiritismo. A partir de então, tornou-se um dos maiores defensores da Doutrina e aproveitava todas as viagens que fazia para divulgar intensamente sua fé.

O Sr. e a Sra. Delanne atuaram em diversas frentes de trabalho no movimento espírita que nascia em Paris. Além de participarem de sessões mediúnicas, também ofereciam preciosa ajuda em tarefas burocráticas, como secretaria e tesouraria.

Foi nesse ambiente que Gabriel nasceu e cresceu. O vocabulário espírita era completamente familiar a ele desde sempre, visto que nunca professou qualquer outra crença. Assim, foi com naturalidade que assumiu tarefas espíritas desde muito cedo. Aos 26 anos, já tinha publicado sua primeira obra, “O Espiritismo perante a ciência”. Com sua característica empreendedora, Gabriel fundou instituições espíritas, proferiu inúmeras conferências e escreveu diversas obras. Os maiores incentivadores de seu trabalho, sem dúvida, foram os seus pais.

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Gabriel Delanne entrou para a história como a primeira personalidade que desenvolveu um trabalho consistente no movimento espírita e que nasceu em uma família espírita.

 

4. Família Best Seller

Você já ouviu falar de “Os Miseráveis” e “O corcunda de Notre-Dame”, livros considerados obras primas da literatura mundial? Se sim, é bem possível que saiba que essas histórias maravilhosas saíram do talento incomparável do escritor Victor Hugo, nascido na França em 1802.

Nas inúmeras biografias de Victor Hugo, não faltam referências aos trabalhos que ele também desenvolveu como dramaturgo, ativista de direitos humanos, poeta e político, tendo sido um homem público respeitado que foi, inclusive, membro da Assembleia Francesa. E sabe o que também não faltam nas biografias de Victor Hugo? Referências à sua convicção espírita. Ao declarar-se espírita e também ao frequentar sessões mediúnicas, Victor Hugo deu muita visibilidade à Doutrina Espírita na época em que ela estava se afirmando no mundo.

E o que tem isso tudo a ver com família?

Tudo! Na verdade, podemos já dizer que o encontro de Victor Hugo com a Doutrina Espírita foi motivado por problemas familiares. Vamos contar, resumidamente, essa história pra você.

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Victor Hugo passou a maior parte da sua infância sendo cuidado pela mãe, que se separou do marido por não suportar mais as constantes transferências de sua vida militar e também as traições a que era submetida. Quando o escritor estava com 20 anos, casou-se com uma amiga de infância, chamada Adèle Foucher, para desgosto do seu irmão Eugène, que era apaixonado por ela. Eugène ficou tão transtornado com o casamento do irmão com a sua amada Adèle, que precisou ser internado em um hospital psiquiátrico e, até sua morte, não recuperou mais a sanidade mental.

Victor Hugo e Adèle tiveram cinco filhos. Os dois nunca se separaram, mas tiveram diversos casos extra-conjugais famosos e ele era reconhecido na época como um libertino. As coisas mudaram a beça, quando, em 1843, sua filha Leopoldina morreu afogada com o marido em um naufrágio no rio Sena.

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Victor Hugo ficou profundamente abalado com o acontecimento, que elevou aos mais altos graus seus desgostos familiares. Ele e a esposa não aceitavam a morte da filha, até que tiveram conhecimento dos fenômenos das mesas girantes. Participaram de várias sessões e também realizaram algumas em sua própria casa. Testemunharam manifestações de diversos espíritos, incluindo a amada Leopoldina, que recomendou a eles que continuassem vivendo com fé e coragem.

A convicção espírita de Victor Hugo, um notável homem público francês, respeitado no mundo todo, rendeu a produção de vários artigos assinados por ele em defesa do Espiritismo, e até a publicação de uma obra que relatava suas experiências com o além, chamada “As mesas moventes de Jersey”.

 

5. Família Coluna Social

Vários sobrenomes poderiam entrar nesta lista como sendo representantes da categoria que pretende registrar famílias em que tivemos médiuns a serviço da codificação. Podemos citar, para ilustrar, a família Carlotti (cujo pai foi quem pela primeira vez falou para Kardec que as mesas que giravam eram comandadas por espíritos e cuja filha, Aline, psicografou várias páginas que estão presentes nas Obras Básicas); ou a família Baudin (cujas irmãs Caroline e Julie, acompanhadas por seus pais, também foram médiuns da codificação). Veja mais sobre as jovens médiuns da codificação neste post da primeira temporada do Geraê : http://gerae.com.br/jovens-mediuns-ativar/.

Mas, como só podemos escolher uma, vamos falar dos Dufaux.

O Sr. Dufaux era um rico produtor de vinho e trigo que morava em um belo castelo medieval. Vizinho do imperador Napoleão III, mantinha relações estreitas com a corte francesa. Sua maior preocupação era a filha Ermance, uma jovem tão bonita quanto estranha, pois, desde os 12 anos, entrava em transe espontaneamente, fazia   Premonições e transmitia mensagens de pessoas que se diziam mortas. Vários médicos foram consultados para “resolver” o problema da menina, e o diagnóstico que mais preocupou a família era difícil de engolir: a doença se chamava mediunidade.

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A produção mediúnica de Ermance era tão consistente que chegou um momento em que seus pais não tiveram mais dúvidas quanto a autenticidade do fenômeno. Depois de ler os textos escritos pela filha em uma velocidade impressionante e reconhecer naquelas páginas uma biografia póstuma do Rei Luís IX, o pai abandonou todas as desconfianças. Não apenas isso: o Sr. Dufaux financiou a publicação de duas obras psicografadas pela filha: “A vida de Luís IX escrita por ele mesmo” e “A história de Joana D´Arc ditada por ela mesma”.

A família Dufaux procurou por Kardec poucos dias após o lançamento de “O Livro dos Espíritos”. No primeiro encontro que o codificador teve com a jovem médium, ficou impressionado com a personalidade da garota e com a velocidade com que psicografava. Naquela mesma noite, Kardec recebeu de suas mãos uma mensagem assinada por São Luiz, que mais tarde se converteria no orientador espiritual da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Aliás, falando nisso, um detalhe merece destaque. Foi o sr. Dufaux, por sua influência política e amizade com o prefeito, que conseguiu autorização para funcionamento do primeiro “Círculo Parisiense de Estudos Espíritas”, que pouco depois se transformaria no primeiro centro espírita do mundo. O pai de Ermance garantiu o caráter apolítico das reuniões que ali se realizariam.

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Muitas das páginas presentes nas Obras Básicas foram transmitidas pelos espíritos através das mãos pequenas e delicadas de Ermance. Com o passar do tempo, sua produção psicográfica diminuiu, na mesma proporção que se acentuava sua predisposição para a psicofonia. Alguns participantes das sessões organizadas por Kardec diziam que as palavras saíam “a jato” de sua boca.

De um modo ou de outro, a contribuição dessa jovem médium para os trabalhos da codificação é inegável, assim como o apoio oferecido por seu pai.

 

* PROMOÇÃO *

Muito bem, até aqui pudemos conhecer de perto a força dessas cinco famílias que foram tão importantes para a história do Espiritismo. Agora chegou a sua vez de participar.

Você é capaz de lembrar de outras famílias que vem ajudando na divulgação da Doutrina até os dias de hoje?

Então prove!

Preparamos um game no formato de palavras cruzadas. As pistas estão logo abaixo. O primeiro que postar nos comentários deste post as respostas corretas para todas as questões, ganha um prêmio mega especial: a obra “Os diários de Belinda e Alex”, escrito pela nossa equipe sobre o tema família.

Viu como é fácil?

Então, coloque seu conhecimento a prova e mostre que, no que se refere à grande família espírita, você sabe tudo!

Estamos torcendo por você.

Até mais.

 

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2. Personagem central do livro “50 anos depois”, era neta de Cneio Lucius.
7. Saulo condenou Estêvão ao apedrejamento sem saber que o mártir era, na verdade, seu ________
8. ela ficou conhecida no movimento espírita após sua desencarnação.
10. Que apelido as irmãs Fox deram a Charles Rosma, o espírito batedor de Hydesville?
12. Que espírito usou como pseudônimo o nome de um irmão de Chico Xavier?
14. Primeiro nome da mãe de Chico Xavier.
15. Filha de Herculano Pires, seguiu os caminhos do pai e dedicou-se intensamente aos trabalhos de divulgação no movimento espírita brasileiro.
16. A personagem Heloísa, do livro Nosso Lar, queria fugir da colônia para ir visitar quem na Terra?
18. Profissão do pai de Bezerra de Menezes.
19. A quem Públio Lenthulus dedicou o poema “Alma Gêmea”?
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1. Obra social criada por Divaldo Franco para servir como lar de crianças desamparadas.
3. Com quem Chico Xavier foi morar depois da morte de sua mãe?
4. Último nome da esposa de Allan Kardec.
5. Quantos filhos teve Bezerra de Menezes?
6. Para ir visitar quem no mundo superior André Luiz precisava se desdobrar pelo sono, mesmo já estando no mundo espiritual?
9. Que personagem do livro Nosso Lar vivia no mundo espiritual compartilhando a casa com as duas esposas que tivera em sua última encarnação?
11. As irmãs Baudin estão entre as médiuns que ajudaram Kardec na psicografia de várias páginas que foram incorporadas à codificação. Qual era a mais jovem?
12. Nome da noiva de Saulo de Tarso.
13. Como se chamava a filha mais velha de Lívia e Públio Lenthulus em “Há 2000 anos”?
17. Mãe de Lísias, era cidadã de Nosso Lar.

 

FONTES:

  • Livro “Gabriel Dalane: A vida e as obras”, de Paul Bordier e Henri Regnault

Disponível em: http://bvespirita.com/Gabriel%20Delanne%20-%20A%20Vida%20e%20as%20Obras%20(Paul%20Bodier%20Henri%20Regnault).pdf

  • Livro “Kardec, a biografia”, de Marcel Souto Maior
  • Artigo “Victor Hugo, a face oculta de um gênio”, de Maria do Carmo Schneider

Disponível em http://www.miniweb.com.br/literatura/Artigos/imagens/victor_hugo/face_oculta.pdf



23 respostas para “As famílias da codificação”

  1. Eduardo disse:

    Muuuuito bom. Aprendi muita coisa. Vou tentar o joguinho.

  2. Michelle disse:

    Amei o texto!

  3. Daniel Trintin disse:

    Ótima matéria!!! Parabéns!!!

  4. Delena Fidalgo disse:

    Adorei!!! Excelente material de estudo, apresentado com uma forma agradável e atraente. Parabéns!!!

  5. Helena disse:

    Adorei, muito instrutivo. Estou pesquisando as respostas.

  6. José Pedro disse:

    Vou usar na mocidade. Fiquei curioso em saber a história das irmãs Baudin.

  7. Alessandro disse:

    Sensacional o post! Material valioso para estudo.

    Nos emociona muito ter o conhecimento desses planejamentos familiares para o momento em que a sociedade receberia de forma mais intensa a revelação do mundo espiritual.

    Parabéns a equipe!

  8. Zu Moraes disse:

    Muito bom. Adorei.
    Como faço para enviar as minhas respostas? será que conseguir.

    • Zu Moraes disse:

      1- Mansão do Caminho
      2-Celia
      3- madrinha
      4- Boudet
      5- sete
      6-Mãe
      7-cunhado
      8-Meimei
      9-Tobias
      10-Pé rachado
      11-Julie
      12-André Luiz (horizontal)
      12- Abigail
      13-Flávia
      14- Maria
      15-Heloisa
      16-Noivo
      17-Laura
      18-Militar
      19-Lívia

  9. Laura Lins disse:

    Pode participar de qualquer lugar do Brasil?

  10. Darlene disse:

    Criativo. Estudo familia e não tinha pensado nisso.

  11. Estela Sandra disse:

    1- Mansao do Caminho
    2- Nelia
    3- Madrinha
    4- Boudet
    5- Sete
    6- Mãe
    7- Cunhado
    8- Meimei
    9- Tobias
    10- Pé Rachado
    11- Julia
    12- Abigail
    13- Flávia
    14- Maria
    15- Helena
    16- Noivo
    17- Laura
    18- Militar
    19- Livia

  12. adorei o texto, relembrei de algumas coisas

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